segunda-feira, 17 de agosto de 2009

CASO DE POLÍCIA

Não temos mesmo a quem apelar para os absurdos e para a exploração desse capitalismo debochado, predatório e predador. Vejam o caso do cartel do gás de cozinha em Vitória da Conquista onde o preço ditado pelos distribuidores é o maior da Bahia. Há poucos dias custava R$38,00 a unidade. Agora é vendido por R$40,00. Esse preço é igual em qualquer lugar. Antigamente o povo apelava para o Bispo que resolvia o problema. Atualmente a população fica como "cego num tiroteio". A questão virou caso de polícia. Mas, cadê a polícia? Cadê as autoridades? Cadê o Procon? Ninguém toma uma providência. Fazem reuniões e tudo continua no mesmo.

COMÉRCIO FEIO



Além do trânsito que sempre foi um caos, já viram como o centro comercial de Vitória da Conquista está feio? As ruas estão infestadas de camelôs, a maioria de CDs e DVDs piratas por todos os lados. As calçadas estreitas estão esburacadas e muitas delas invadidas por veículos. Para se andar é aquela dificuldade. Agora imagine os cadeirantes e pessoas com deficiência visual! Definitivamente, o centro comercial de Conquista não apresenta uma imagem agradável para os moradores quanto mais para os visitantes. Falta um ordenamento. Sabemos que o número cada vez maior de camelôs, principalmente de vendedores de produtos piratas, demosntra um quadro social grave de desemprego na capital do sudoeste que tem quase 300 mil habitantes. No entanto, os poderes públicos e a sociedade em geral não podem ficar de braços cruzados com relação ao que está acontecendo com a imagem da cidade.

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