Depois da decadência do algodão, a partir do início dos anos 90, quando grandes propriedades faliram e as fortunas se evaporaram da noite para o dia, Guanambi ainda não conseguiu se recuperar completamente. O município vive uma fase difícil, especialmente no campo da geração de emprego e renda. O comércio sofre as consequências, e a prefeitura de Nilo Coelho não tem feito quase nada para minimizar a situação. Deu na revista Integração que a economia vive momentos difíceis. As grandes redes lojistas pouco contribuiram para a economia, sem contar que levam para outras praças, o esscasso capital regional.
Sem uma agriculura forte(o feijão macaçar só tem sofrido perdas), que antes empregava de 150 a 200 mil pessoas, fica difícil se ter expectativas positivas. O executivo municiopal tem feito pouco para reverter o quadro. O prefeito atual não cumpriu com seu compromisso de estimular a vinda de grandes empresas para a cidade. As maiores lojas se queixam da estagnação das vendas somada com a inadimplência dos consumidores. O feijão que seria uma das alternativas do algodão, vem sofrendo sucessivas perdas com a falta de chuvas.
Os mais visionários estão vendo na estração dos recursos minerais a saída para o problema da economia, mas tem que contar com apoio dos governantes. Em Caetité, já existe a mineração de urânio. No mesmo município, está sendo implantada uma unidade de exploração de minério de ferro. Além do mais, a região possui grandes jazidas graníticas, de boa qualidade para o uso arquitetônico. Esses recursos geológicos precisam ser explorados e devem contar com o incentivo dos governos, mas é necessário que sejam agregados valores comerciais, evitando assim a exportação bruta de nossas riquezas, sem deixar aqui o emprego e a renda para as famílias.
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