
O seu primeiro DVD “Pulo do Gato” é recheado de romantismo como toda sua obra, mas sem ser meloso. Nas suas definições de amor, está sempre lembrando do sertão como seu parceiro na vida. É um romantismo com conteúdo, como a primeira canção “Eu e Ela” que fala da procura e da doação. “O amor é jóia rara” – canta Evandro que sabe ser inconfundível na sua mensagem. A canção “Gema”, muito conhecida, faz uma declaração de amor à sua gema da vida. Não tem vergonha de dizer que quer o teu amor. “É assim que sempre quis”. “Menino da Vida” é o diamante da sua carreira e uma melodia dedicada à natureza e à vida. Seus passos pisam em pedras, mas encontram também o sorriso e a vida para navegar – diz Evandro.
“Estrela Guia” fala do amor à primeira vez. Nela, ele é um amante da vida e do amor. Derrama um amor que encanta, e canta numa linguagem sem pieguices. Na canção “Roxo”, em violão e violino, compara a chegada das águas com as lágrimas que caem por amor. Em “Eternamente”, o artista, com seu jeito tímido, diz que sem você não há luz no infinito, não há mundo, não há lugar. Eternamente é como um viajante solitário que sem amor não tem histórias para contar.
Trago flores para você para que o amor não morra nas trevas – é a mensagem do artista na canção “Canôro”. Já “Marcéu”, “Marlua” e “Lis” são baladas dedicadas aos seus três filhos adorados. Sobre “Marlua”, canta ser ela o filme mais bonito que já viu. “É o livro mais profundo que já li”. Em “Lis” é verde tua visão; é chuva no sertão. Pede ao seu filho “Marcéu” para que lhe abrace forte quando chegar e dê sua mão.
Evandro canta ainda a “Lua de Agosto” que é puro amor e roga para seus olhos encontrar os olhos dela; “Sanha” diz que o amor é o pai, é a mãe; “O Tango da Onça” fala do amor selvagem que lambuza, rainha das grutas de dentes macios, me usa, abusa para comer mais tarde; “Na Mira”, o artista quer fugir da solidão e se revela ao afirmar que salve, salve o que vier do amor. Completa seu trabalho com “Canção Serenata”, “Duas Bandas” que narra o sofrimento de quem foi embora, das carências, das recordações(quando olho para a lua vejo teu rosto); “Devoção”, que de forma clássica na letra e na música, faz uma louvação ao amor e compara a falta dele ao sertão sem chuva; “Saudade de Endoidecer”, que dói noite e dia sem te ver; “Branca” e “Cadê My Love” encerram o DVD.
Um comentário:
DEUS CRIO A MAGNITUDE DO SABER, E SEMEOU AO MUNDO! SEM PRESSA, SEM BARREIRAS, PARA QUÊ CONHECIDÍSSIMOS NA FRAGILIDADE DO HOMEM, A ETERNIZAÇÃO DE SUA OBRA... EVANDRO CORREIA! O CANTAR DA GENTE.
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