
Em 2002 foi dada a largada do tão sonhado projeto de construção do Hospital de Caetité pelo prefeito Ricardo Ladeia(PSDB), em convênio com o Ministério da Saúde, na pasta de Barjas Negri. Para conversar sobre o assunto, naquele ano estiveram em Brasília, acompanhando o prefeito, o ex-deputado federal, Nilo Coelho e o atual Jutahy Magalhães Júnior. A obra inacabada foi um compromisso do ex-ministro José Serra, mas passados cinco anos, a novela continua e já teve vários pais em sua defesa. É o dinheiro do contribuinte parado e o povo precisando de assistência médica e hospitalar. Foram comprometidos pelo governo federal recursos da ordem de R$3,4 milhões em 2003 e liberados R$864 mil. Nesse mesmo ano, técnicos do Ministério da Saúde visitaram Caetité e não viram irregularidades nos serviços do Hospital. Até elogiaram a qualidade e as especificações técnicas empregadas. Em 2004, um novo convênio liberou R$500 mil, mas tudo parou por aí até hoje. No início de 2006, ano das eleições, como sempre acontece no Brasil, o deputado estadual Waldenor Pereira pediu a intervenção do então ministro Jaques Wagner para que o Ministério da Saúde liberasse a verba de R$2,9 milhões a fim de concluir a obra que está lá parada num terreno de 2,5 hectares, doado pelo empresário Chico Lima. Todo mundo promete, até o filho do ex-prefeito Darcio Oliveira quando lançou sua candidatura a deputado em 2006. A capacidade do Hospital, quando for concluído, é para atender 20 municípios da região. Só resta ter fé e rezar para Deus.
PONTE MALHADA-CARINHANHA
Outra obra que virou novela em nossa região é a ponte ligando Malhada a Carinhanha, na BR-030, que começa na praia de Campinho(litoral da Bahia) ao Planalto Central, projeto que fazia parte do Plano Nacional de Viação do Governo Imperial, conforme registra matéria publicada pela revista Integração(junho de 2007), do jornalista João Martins. As estradas estão em péssimas condições de tráfego, principalmente em Malhada. Mas isso é outra história. A dita ponte que liga uma margem a outra do rio São Francisco teve iniciada sua construção em 1991 pela Construtora OAS. Hoje, decorridos 15 anos, a obra continua inacabada, apesar de terem sido investidos mais de R$25 milhões. Dizem que vai precisar de mais R$25 milhões, além de mais de R$3,5 milhões nas pontes de acesso pelas duas cidades. Como no caso do Hospital de Caetité, nas épocas de eleições aparecem os patronos políticos com promessas de que os recursos estão chegando. Quanto dinheiro do povo empatado!. Não ligam mesmo para o contribuinte. Uma banana para o povo, e tome corrupção.
BARRAGEM DO RIO PARDO
Já a barragem do Rio Pardo, no distrito de Inhobim, em Vitória da Conquista, ainda não passou do papel, mas as discussões na sociedade e nos meios políticos duram cerca de 15 anos. Em 1998, o então prefeito Guilherme Menezes fez um requerimento reivindicatório à Financiadora de Estudos e Projetos-Finep, no âmbito do governo federal, solicitando financiamento para elaboração de estudos do Projeto Executivo da Barragem do Rio Pardo. Anexado ao pedido, a Prefeitura Municipal apresentou uma série de argumentos econômicos e políticos que justificariam a obra que beneficiaria duas microrregiões: a de Vitória da Conquista e Itapetinga. A primeira congrega 17 municípios que contam com uma população em torno de 600 mil pessoas, e a outra, nove municípios com mais de 200 mil habitantes. Ambas as regiões caracterizam-se por serem produtoras agropecuárias, além do café. A demanda maior da barragem seria para fins de irrigação e abastecimento doméstico. Estima-se que Conquista poderá sofrer restrições de oferta de água potável em razão da insuficiente capacidade de acumulação das barragens Água Fria I e II, situadas em Barra do Choça e responsáveis pelo abastecimento das duas cidades – enfatiza o documento. Em outro requerimento já como deputado federal, em 2003, Guilherme Menezes se dirige ao Ministério do Planejamento, solicitando a inclusão de recursos no Orçamento da União para realização do projeto de execução da barragem. Para resumir a história, estamos em fins de 2007 e o projeto não saiu da idéia. É lamentável. Talvez só a nova geração tenha o privilégio de ver a obra executada. Para que isso não aconteça, toda sociedade tem que unir forças em torno de uma campanha de reivindicação em defesa da construção de tão importante obra para o desenvolvimento regional.
PONTE MALHADA-CARINHANHA
Outra obra que virou novela em nossa região é a ponte ligando Malhada a Carinhanha, na BR-030, que começa na praia de Campinho(litoral da Bahia) ao Planalto Central, projeto que fazia parte do Plano Nacional de Viação do Governo Imperial, conforme registra matéria publicada pela revista Integração(junho de 2007), do jornalista João Martins. As estradas estão em péssimas condições de tráfego, principalmente em Malhada. Mas isso é outra história. A dita ponte que liga uma margem a outra do rio São Francisco teve iniciada sua construção em 1991 pela Construtora OAS. Hoje, decorridos 15 anos, a obra continua inacabada, apesar de terem sido investidos mais de R$25 milhões. Dizem que vai precisar de mais R$25 milhões, além de mais de R$3,5 milhões nas pontes de acesso pelas duas cidades. Como no caso do Hospital de Caetité, nas épocas de eleições aparecem os patronos políticos com promessas de que os recursos estão chegando. Quanto dinheiro do povo empatado!. Não ligam mesmo para o contribuinte. Uma banana para o povo, e tome corrupção.
BARRAGEM DO RIO PARDO
Já a barragem do Rio Pardo, no distrito de Inhobim, em Vitória da Conquista, ainda não passou do papel, mas as discussões na sociedade e nos meios políticos duram cerca de 15 anos. Em 1998, o então prefeito Guilherme Menezes fez um requerimento reivindicatório à Financiadora de Estudos e Projetos-Finep, no âmbito do governo federal, solicitando financiamento para elaboração de estudos do Projeto Executivo da Barragem do Rio Pardo. Anexado ao pedido, a Prefeitura Municipal apresentou uma série de argumentos econômicos e políticos que justificariam a obra que beneficiaria duas microrregiões: a de Vitória da Conquista e Itapetinga. A primeira congrega 17 municípios que contam com uma população em torno de 600 mil pessoas, e a outra, nove municípios com mais de 200 mil habitantes. Ambas as regiões caracterizam-se por serem produtoras agropecuárias, além do café. A demanda maior da barragem seria para fins de irrigação e abastecimento doméstico. Estima-se que Conquista poderá sofrer restrições de oferta de água potável em razão da insuficiente capacidade de acumulação das barragens Água Fria I e II, situadas em Barra do Choça e responsáveis pelo abastecimento das duas cidades – enfatiza o documento. Em outro requerimento já como deputado federal, em 2003, Guilherme Menezes se dirige ao Ministério do Planejamento, solicitando a inclusão de recursos no Orçamento da União para realização do projeto de execução da barragem. Para resumir a história, estamos em fins de 2007 e o projeto não saiu da idéia. É lamentável. Talvez só a nova geração tenha o privilégio de ver a obra executada. Para que isso não aconteça, toda sociedade tem que unir forças em torno de uma campanha de reivindicação em defesa da construção de tão importante obra para o desenvolvimento regional.
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